sábado, 25 de fevereiro de 2012

...

E eu peço todas as noites para que o Papai do céu cuide de você, 
do mesmo jeito que eu cuidaria...


Ou sou tudo, ou sou nada...

Virá? Viria?


Disfarço essa sede de ti, meu amor, que nunca veio... 
Virá? viria? 
Preciso sim, preciso tanto... 
Alguém que me aceite tanto meus sonos demorados, quanto minhas insônias insuportáveis;
Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol, ou a penumbra... tanto faz!... 
E sem dizer nada, me diga o tempo inteiro alguma coisa...



Me traz você, por favor... de onde estivér...

Do A ao Z...

"Queria saber colocar tudo em versos,
organizar, linha por linha, 
rever palavra por palavra, 
escutar a sintonia da junção 
de todo o barulho que sai de mim...
Estrutura, alinhamento e sentidos... 
eu não tenho!...
Queria fazer música, poema, crônicas... 
Queria mesmo é saber aonde termina a frase, 
aonde termina o verso; 
no entanto eu sei onde termina a página, 
o sentimento, o beijo, o sorriso, a dor. 
Não sou boa em escrita, em descrição, 
em declaração, nem prosa sei fazer... 
Esperarei todas as dores, madrugadas, 
histórias, gargalhadas e cafés 
me ensinarem a fazer versos, 
do primeiro A ao interminável Z..."

Dentro dela tem um coração bobo...


"Se tu vens às quatro da tarde, 
desde às três eu começarei a ser feliz..."